Menina, Mulher & Mãe

Mãe para a vida toda

Existem mulheres que o único contacto que tiveram com a função de mãe foi durante a gravidez (digo-o sem julgamentos), outras que cumprem o seu papel até os filhos demonstrarem alguns sinais de independência, e ainda aquelas que “vestem a camisola” e se comprometem a usá-la a vida toda. A minha mãe faz parte do terceiro grupo.

Ser mãe para a vida toda não implica que se seja uma mãe perfeita. A senhora que vêem nesta fotografia nem sempre foi a mãe que é hoje. Existiram muitos momentos em que não a compreendemos e em que ela não nos compreendeu. Hoje percebo que precisou de tempo para lidar com os seus fantasmas, para quebrar crenças e aprender a identificar o que realmente as suas filhas precisavam. A dada altura (não sei indicar o momento) decidiu colocar o passado para trás das costas e passou a escutar-nos com o coração.

Esta é a mãe que jamais abandonará o posto, que não usa o facto de as filhas serem adultas como desculpa para se ausentar das suas vidas. Dá-nos espaço, o que precisamos, mas está sempre presente, sem hesitar.

Esta é a mãe que se mostra disponível para ajudar, a quem podemos pedir os favores mais estapafúrdios e ligar a qualquer hora em busca de suporte.

Esta é a mãe que cuida, que prepara uma marmita para levarmos quando vamos às urgências com a neta, que nos delicia com os almoços de domingo, que lava e passa a ferro qualquer peça de roupa que fique esquecida em sua casa (ainda que o “esquecimento” seja claramente propositado), que liga para saber se tomámos o antibiótico a horas, que nos diz 20 vezes para nos agasalharmos.

Esta é a mãe que não invade o nosso espaço, que avisa quando vai aparecer, que pergunta se pode mexer, embora arrume a casa toda assim que viramos costas.

Esta é a mãe que aconselha, que sofre com cada queda nossa, que festejas as nossas vitórias como se fossem suas e que faz com que sintamos que nenhum erro colocará em causa o seu amor.

Esta é a mãe que abraçou o papel de avó desde o primeiro segundo, que esteve presente em ambos os partos sempre de sorriso no rosto, que nos apoiou no pós-parto e facilitou a vida em tudo quanto foi possível (encarregou-se de todas as tarefas para que ficássemos disponíveis para cuidar do bebé).

Esta é a mãe que me ajudou a crescer enquanto mãe, a mãe que quero ser e que 27 anos depois me permite continuar a saber o que é ser filha.

Esta é uma mãe para a vida toda ❤

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Osteopatia

Refluxo Gastro Esofágico (RGE) – Osteopatia Pediátrica

Nos bebés o RGE é comum! Mas será normal??

O RGE é a passagem do conteúdo gástrico para o esófago e nos bebés pode acontecer por várias estruturas do seu corpo ainda estarem em desenvolvimento, por exemplo a válvula que separa o estômago do esófago ainda não fecha bem ou o diafragma ainda está muito horizontalizado. Para além disso, o leite materno é muito líquido e os bebés passam muitas horas do seu dia deitados.

Mas quais são os sinais de RGE?

Os sintomas, regra geral, são mais frequentes após as refeições:

  • Irritabilidade e choro;
  • Vómito ou regurgitação;
  • Dificuldade em mamar;
  • Diminuição do apetite ou recusa a alimentar-se;
  • Perda de peso;
  • Alterações no padrão de sono.

É certo que com o crescimento do bebé e a introdução de alimentos sólidos o RGE melhora, e até existem alguns truques que podem ajudar a reduzir os episódios de refluxo, como:

  • Alterar a pega na mama/biberão;
  • Manter o bebé numa posição verticalizada durante e 30 min após a amamentação;
  • Oferecer pequenas quantidades de alimento e várias vezes ao dia;
  • Deitar o bebé na cama com cabeceira elevada;
  • Usar roupa confortável e sem apertar a fralda em demasia na zona do abdómen.

Mas não seria melhor TRATAR as causas mecânicas do RGE?

A Osteopatia pode ser A ajuda! Através de técnicas manuais suaves o Osteopata vai avaliar e tratar todas as disfunções mecânicas que podem estar a promover o RGE e assim prevenir sequelas no seu bebé, tão importantes como:

  • Perda de peso;
  • Inflamação da mucosa do esófago;
  • Pneumonia por aspiração;
  • Sinusite e/ ou otite.

 

Por isso, melhor que tratar as possíveis complicações, será preveni-las através do tratamento atempado do RGE.

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Menina, Mulher & Mãe, Sem categoria

A prioridade é estar connosco

“Coitado, faltava muito à creche, agora tem uma perturbação do desenvolvimento”
“Não chegou a aprender as cores porque passava mais tempo em casa do que na escola”
“Faltou à actividade de desenho dos números e ficou traumatizado”

Aqui estão algumas frases que exemplificam as consequências que habitualmente são apontadas como factores impeditivos de as crianças faltarem à creche para ficarem com os pais. Quando transformamos as tão temidas consequências em frases concretas percebemos que não faz assim tanto sentido, até porque nunca as ouvimos.

Sempre que se proporciona, a nossa filha falta à creche para ficar em casa connosco. Trata-se de uma decisão feita em conjunto, ciente das vantagens e desvantagens da mesma.

Respeito imenso o trabalho das educadoras de infância, o investimento envolvido na realização de um plano de actividades, acredito no amor com que a maioria trata as crianças, mas valorizo e acredito ainda mais o poder do amor e convívio com os pais nos primeiros anos de vida.

“Mas ela assim não faz as mesmas actividades que os colegas”. Sim, já aconteceu os colegas terem na sala um trabalho exposto e faltar o dela. Como em tudo na vida, existem desvantagens, contudo quando as vantagens se sobrepõem acho que podemos considerar tratar-se de uma escolha sensata. Perder uma actividade em nada se compara à possibilidade de passar o dia rodeada daqueles que mais ama e que mais a amam.

Hoje a nossa filha faltou à creche, mais uma vez. Provavelmente perdeu alguma actividade relacionada com os animais, como ouvir uma história ou pintar um deles. Enquanto os colegas faziam isso, a Letícia foi ao parque comigo, viu patos, peixes, pombas e cães. Ao vê-los, percebeu que existiam uns maiores e outros mais pequenos, de diferentes cores (falámos nelas) e com comportamentos diferentes (uns voam, outros nadam, e outros ainda fazem os dois). Viu outras crianças, interagiu, zangou-se, negociou, fez as pazes. Rimo-nos juntas, saltámos, corremos, abraçamo-nos e demos muitos beijinhos. O que a nossa filha perdeu na creche, e que eventualmente se irá confrontar quando voltar e não tiver um dos seus trabalhos expostos, em nada se compara ao que hoje ganhou – no fundo também trabalhou os animais e reforçou outros conceitos (contagem, tamanhos, cores, entre outros) de forma mais real, num contexto de muito amor.

As nossas crianças passam imenso tempo na escola, cinco dias por semanas, durante anos a fio. Para quê? Para adquirirem ferramentas que permitam adaptar-se ao mundo e viverem felizes. Numa primeira fase, em que os pais são a principal fonte de referência e em que o desafio em termos de desenvolvimento se centra em aprenderem a confiar no mundo, sentirem-se seguras e amadas, será realmente contraproducente perderem actividades “formais” para receberem dezenas de beijos, centenas de abraços, milhares de amor e criarem milhões de memórias felizes?

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Menina, Mulher & Mãe

Socorro, a nossa filha tem cabelos cacheados!

Provavelmente algumas de vós já se perguntaram “porquê eu?”. Sim, estes cabelos são super bonitos, diferentes, exóticos, o que lhes queiram chamar, mas nem sempre sabemos como lidar com eles – ele é rastas na parte de trás da cabeça, volume que nunca mais acaba, nós impossíveis de desfazer. Se forem como eu, que o único cuidado que têm com o vosso cabelo é penteá-lo, o desespero e a falta de jeito ainda são maiores.

Muitos dos “truques” de que vos irei falar hoje surgiram através de uma leitora da página, a querida Daniela de Sá. Ela surgiu nas nossas vidas com uma série de soluções, a maior parte caseiras, e por isso low cost, que nos têm salvado o couro (cabeludo) e o bolso.

Vejam como fica o cabelo da nossa filhota depois de ser tratado (desculpem as fotos estarem desfocadas, mas a pulga eléctrica não pára):

antes e depois

1º PASSO – HIDRATAÇÃO

Usei uma máscara natural de Maizena (sim, leram bem). Coloquei 1 copo com água (podem colocar leite ou ainda melhor, segundo a Daniela, leite de côco) e 2 colheres de Maizena num tacho com o lume desligado. Depois de dissolver a Maizena, coloquei o tacho ao lume até formar uma espécie de creme espesso; no final adicionei uma colher de óleo de côco derretido. Deixei actuar durante cerca de 1 hora.

Uma vez que a máscara é ideal para todos os cabelos, na minha acrescentei 2 colheres da minha máscara capilar.

Foto de 3m's.

2º PASSO – LAVAGEM DO CABELO

A gama de produtos que utilizam no cabelo dos vossos filhotes faz toda a diferença. No nosso caso, usamos a gama “Os meus cachinhos” da Novex, comprada pela tia no Strada Outlet (podem encontrar naquelas lojas de produtos capilares).

Foto de 3m's.

Não utilizo o shampoo sempre, pois seca mais o cabelo. Volta e meia lavamos e aplicamos apenas o condicionador.

3º PASSO – GEL DE LINHAÇA

Depois do banho, com o cabelo ainda húmido, aplico o Gel de Linhaça (deixem-no preparado antes do banho). Coloco num tacho 1 copo com água até meio e 2 colheres de sementes de linhaça (uso a dourada por não ter cheiro); volta e meia vou mexendo e pela colher percebo como está a textura (começam a ver uma camada de gel a ficar agarrada à colher). No final acrescento uma gotinha de azeite.

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Podem encontrar vários vídeos explicativos na internet, deixo este link a título de exemplo – https://www.youtube.com/watch?v=B4WzNA7XggY

Nota: Se deixarem demasiado tempo ao lume as sementes agarram-se ao gel e torna-se impossível de escoar.

4º PASSO – FITAGEM

A aplicação deste gel deverá ser feita com recurso à técnica de Fitagem. No fundo, é como se estivessem a criar daquelas fitas encaracoladas para as prendas de natal (a lógica é a mesma).

A aplicação da Fitagem ajuda a desembaraçar o cabelo, pois separamos os caracóis, e a definir ao máximo cada cacho.

Se não forem grandes entendidas em cabelos, podem levar algum tempo nesta fase (com a experiência irão tornar-se mais rápidas) pelo que poderá ser aconselhável colocarem um filme para o vosso cliente ficar entretido e não querer desistir a meio do processo.

Aqui fica um vídeo explicativo – https://www.youtube.com/watch?v=z6pSQ7Dw4js

5º PASSO – GABAROLICE

Depois de todo este processo (descrito assim parece imenso, mas acreditem que se faz bem), os vossos filhotes irão ficar com um cabelo fantástico. Aproveitem para os elogiar e para se vangloriarem um bocado 😉

Foto de 3m's.

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Osteopatia

Afinal o que é a Osteopatia Pediátrica?

Em termos gerais, a Osteopatia é uma terapia holística fundamentada em conhecimentos de anatomia, fisiologia e patologia e na forma como estas áreas se influenciam no surgimento da doença.

A Osteopatia Pediátrica não é mais do que uma especialidade para os 0 até aos 18 anos! As técnicas utilizadas são exclusivamente manuais, suaves e indolores, apropriadas para esta etapa da vida onde a empatia, a calma e o amor devem ser valorizadas!

Os motivos da consulta são os mais variados:

  •  Torcicolos, lesões do plexo braquial;
  • Alterações do padrão da marcha;
  • Dificuldade em mamar, dormir ou adormecer;
  • Assimetrias crânio e cara;
  • Transtornos digestivos: refluxo (bolsar), cólicas, gases, diarreia e obstipação;
  • Problemas respiratórios: bronquiolite, asma,…;
  • Otite, sinusite, estrabismo.

Hoje em dia sabemos que o bebé, durante o seu crescimento no útero materno, é submetido a pressões e posicionamentos que podem ser potencialmente prejudiciais e o próprio tipo parto (longo, muito rápido, instrumentalizado – ventosas e fórceps- induzido ou por cesariana) pode condicionar o aparecimento de diferentes disfunções e assimetrias. Estas podem não ser graves ou visíveis, podendo até passar despercebidas aos pais e pediatras, mas influenciam o normal desenvolvimento do bebé. Por isso mais importante do que o tratamento é a PREVENÇÃO!

E, por isso, a Osteopatia pode ser uma mais-valia para o seu bebé crescer em Amor e Harmonia!

Dra. Inês Alves*

* Fisioterapeuta e Osteopata, mas sobretudo uma eterna apaixonada pelo Ser e o Saber!

Desde sempre tentou aliar uma mente inquieta na busca de conhecimento em diferentes áreas do saber com o desenvolvimento das relações humanas. Por isso, no seu dia-a-dia, tenta ajudar o próximo com o seu conhecimento, experiência e sorriso.

Foi durante a sua formação em Fisioterapia, num estágio na Maternidade Alfredo da Costa, que se apaixonou pela área da Saúde da Mulher e mais tarde com a Osteopatia percebeu que também tinha a possibilidade de ajudar as futuras gerações – as nossas crianças!

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Menina, Mulher & Mãe

Seremos amigas, mas sem total reciprocidade

O tema que vou abordar é delicado e facilmente pode dar aso a más interpretações, pelo que peço que leiam este texto de coração aberto, sem procurarem segundos significados; serei o mais clara e sincera possível.

A relação que construímos com um filho é das mais íntimas que alguma vez experienciámos. Facilmente sentimos que essa ligação é muito forte, que a partilha é tanta e que o nosso grau de preocupação com o seu bem-estar é elevado ao ponto de nos tornar melhores amigos.

Para a mensagem que pretendo passar, pouco importa se utilizam o termo “melhores amigos” ou outro sinónimo, interessa sim a forma como contemplam a relação com os vossos tesouros.

Ao longo da vida conheci várias pessoas que têm nos pais os seus melhores amigos. O deslumbre inicial de assistir a uma relação tão flexível e aberta dessas pessoas com os progenitores foi dando lugar ao questionamento sobre o real impacto deste estilo parental. Fui-me apercebendo que a certa altura a relação passava a ser mesmo essa – de amizade – o que contaminava as características que a relação pais-filhos deveria ter (passavam a ter os mesmos direitos e deveres, o que inclui a educação, ou seja, eram igualmente responsáveis por educar o outro). Por exemplo, em casa havia alguma desorganização pois ninguém detinha o papel de manter o espaço limpo e arrumado, as refeições eram feitas fora de horas, sem que estivesse determinado quem as faria, filhos que não podiam sair naquele dia (e em tantos outros) de casa pois tinham de apoiar emocionalmente os progenitores e que em ocasiões subsequentes sentiam necessidade de os orientar no processo de tomada de decisão e até educar.

Quando a minha filha vê em mim a sua melhor amiga, irá partilhar aspectos íntimos que a preocupam, o que é óptimo. Contudo, tal como acontece com um melhor amigo, o meu dever será apenas aconselhá-la, não tenho qualquer autoridade/obrigação quanto à sua educação – o estabelecimento de limites perde sentido neste género de relação. Mais, quando eu vejo na minha filha a minha melhor amiga, irei apoiar-me sempre nela nos momentos mais difíceis; sinceramente, este comportamento torna-se bastante tóxico para a relação, a certa altura os filhos sentem-se assoberbados pelos problemas dos pais e podem adoptar o papel de adulto estruturado que presta cuidados ao outro (troca de papéis), o que acarreta o risco inerente de os pais passarem a ser percepcionados como emocionalmente frágeis, uma fonte de insegurança com quem não podem contar verdadeiramente.

Todos precisamos de um porto seguro, alguém para quem corremos quando os obstáculos surgem, cuja estabilidade e certeza de competência nos acalma. Um progenitor que é o meu melhor amigo, por também se apoiar totalmente em mim, poderá não ter a disponibilidade e solidez emocional/comportamental que tanto necessito em momentos adversos.

Com isto não pretendo dizer que os pais devem ser ícones perfeitos em que as emoções e comportamentos estão sempre controlados. Em apenas 2 anos e meio a nossa filha já me viu frustrada várias vezes, já ri e já chorei à sua frente – é importante que ela saiba que a mãe sente todas as emoções, tal como ela, que perceba o que me faz feliz e o que me deixa triste, que saiba que o seu apoio também é importante para mim. Não obstante, ela não pode ser a minha principal fonte de apoio, esse “peso” não pode recair sobre ela, pois precisa de mim para a amar e educar.

Os meus pais sempre foram meus amigos, mas não os melhores. Eu e a minha irmã servimos como fonte de apoio em momentos menos bons das suas vidas, mas certamente não assistimos a tudo, apenas a uma parte suficientemente saudável. Havia intimidade mas sem que se perdesse a noção de que eles mantinham a função de nos educar; existiam regras, horários, respeito e, ainda que na altura reclamássemos, hoje percebemos como esta estrutura sólida foi essencial no nosso desenvolvimento.

A relação que desenvolvi/o com a Letícia é de muita proximidade, eu aceito-a e compreendo-a como ninguém, sou o seu porto seguro e acredito que se assim se mantiver ela no futuro se sentirá à vontade para partilhar aspectos mais íntimos comigo. Ainda assim, a minha função de mãe, enquanto fonte de estabilidade, segurança e orientação, com todos os deveres inerentes, sobrepõe-se a tudo o resto, pelo que ela se apoiará sempre mais em mim do que eu nela.

Sim, seremos amigas, mas sem total reciprocidade.amigas

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Actividades em Família

Cascais Christmas Village – vale muito a pena

Fomos e adorámos ao ponto de repetirmos a dose para a semana!

Até dia 1 de Janeiro podem visitar o Cascais Christmas Village no Parque Marechal Carmona, junto à Casa das Histórias Paula Rego.

Deixo-vos a lista de atracções com algumas fotos nossas nas mesmas.

  • Carrossel de Natal (andou cerca de 10 vezes, por ela passava lá o dia)

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  • Bosque Encantado (onde acontece a modelagem de balões)

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  • Casa da Árvore (onde decorrem as pinturas faciais. Não tirámos fotos mas podem ver que tanto eu como a Leti temos a cara pintada nas fotos anteriores – achei um máximo os pais também poderem pintar a cara).

 

  • Casa do Pai Natal (o Pai Natal é super simpático e respeita o facto de crianças como a Leti não quererem grandes contactos – sim, ele está ao fundo da foto por esse motivo)

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  • Globo de Neve (montes de esferovite para brincar. Dica preciosa: não levem (vocês e as crias) collants! O chão do interior do globo fica com alguma água, pelo que devem entrar descalços. Idealmente, vão de meias, calçado prático e uma toalha pequenina para secarem os pés quando saem do globo).

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  • Árvore de Natal (sobem até uma casinha que tem vista para todo o parque. Lá dentro existe uma mini-actividade conduzida por duas personagens – o mimo e a bailarina – que foca o espírito do natal).

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  • Passeios de Burro (estejam atentos ao horário desta actividade, uma vez que termina mais cedo do que as restantes).

 

  • Diversos animais (além dos burros podem ver dromedários e renas).

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  • Pista de Gelo

 

  • Aldeia Nazarena (podem ver os figurantes a realizar actividades típicas da época)

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  • Acampamento romano.

 

Pelo meio existem outras actividades como espectáculos protagonizados pelos duendes e horas do conto.

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Consultem a programação aqui: http://www.cascaischristmasvillage.pt/resources/download/programa_cascais_christmas_village.pd

No local existe um espaço de restauração com alguma variedade de oferta.

O bilhete é grátis até aos 2 anos, custa 5 euros durante a semana e 6 euros ao fim-de-semana para crianças dos 3 aos 11 anos, 6 euros durante a semana e 7 euros ao fim-de-semana para maiores de 12 anos, e 5 euros durante a semana e 6 ao fim-de-semana para adultos com mais de 65 anos. Existem também packs para grupos.

Nenhuma das atracções/actividades é paga, excepto a pista do gelo, pelo que considero o preço cobrado bastante acessível.

Posso dizer-vos que todo o staff é impecável e transmitem-nos verdadeiramente o espírito de Natal. Saímos de lá com músicas natalícias na cabeça e cheios de vontade de regressar à infância.

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Podem encontrar toda a informação aqui: http://www.cascaischristmasvillage.pt/

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